quinta-feira, agosto 30, 2007
sábado, agosto 25, 2007
sexta-feira, agosto 24, 2007
Hoje
Sentada em espera de nada consigo ouvir os murmúrios de conversas banais sem conteúdo.
Diante de mim, um casal estupidamente apaixonado troca olhares tolos…nem notam que os observo. Estão de tal forma envolvidos, como se não existisse mais ninguém…para eles não existe mesmo!
No canto da sombra uma senhora marcada pelo passado e cercada de solidão toma um chá vagarosamente…vejo no olhar dela uma espera eterna pela felicidade... Pude ver-me no futuro, se chegasse lá! Seria feliz podendo esperar eternamente por ela! Mesmo que a solidão se tornasse a minha melhor amiga, eu seria feliz.
Ouvem-se três mulheres mexericarem sobre a vida de alguém…e que mais poderiam fazer três mulheres juntas!Começo a ficar zonza de tanto barulho…levanto-me, pago a minha água de pêssego e saio em busca de silêncio…
Hoje não o encontrei em parte alguma…
quinta-feira, agosto 23, 2007
Amar o medo
segunda-feira, agosto 20, 2007
Sabor a noite
sexta-feira, agosto 17, 2007
Apenas um pensamento...
segunda-feira, agosto 13, 2007
Quantas vezes?
Quantas vezes me pediste um beijo
Quantas vezes te o neguei
Quantas vezes apenas nos calamos no silêncio
Quantas vezes nos beijamos
Quantas vezes gritamos que não e que sim
Quantas vezes nos olhamos na alma e vimos
Quantas vezes nos perdemos na loucura
Quantas vezes nos mordemos nela
Quantas vezes choramos
Quantas vezes nos abraçamos na dor e no medo
Quantas vezes sorrimos e rimos
Quantas e quantas vezes nos amamos,
Sem limite ,sem fim, sem medo, sem senso, sem prudência
Sem pensar em nada…
Quantas vezes te o neguei
Quantas vezes apenas nos calamos no silêncio
Quantas vezes nos beijamos
Quantas vezes gritamos que não e que sim
Quantas vezes nos olhamos na alma e vimos
Quantas vezes nos perdemos na loucura
Quantas vezes nos mordemos nela
Quantas vezes choramos
Quantas vezes nos abraçamos na dor e no medo
Quantas vezes sorrimos e rimos
Quantas e quantas vezes nos amamos,
Sem limite ,sem fim, sem medo, sem senso, sem prudência
Sem pensar em nada…
quinta-feira, agosto 09, 2007
Tudo de nada
A pequenez de um nada ocupa um todo de pensamento, um meio de alma e um desconhecido de coração…
Tenho cravado na memória as tuas palavras sem nexo, sem vontade, sem espírito nem cor…nem som nem nada…nada…
Gélidos momentos de êxtase, sem corpo, sem calor, sem ti…
A minha mente grita por um refúgio de aconchego mas não te quero ou quero-te sem te querer…sem querer, te quero…
(suspiro)
Desespero…mas não espero…
quarta-feira, agosto 01, 2007
Perdida...

No timbre das tuas palavras que nem oiço, apenas leio, perco-me no doce grave da tua voz. E tu falas tanto, de ti ou de um outro alguém que dizes ser.
Não me deixas falar como se eu nem existisse, como se monologasses numa noite tua, apenas tua…
Não te quero ouvir,
Não te consigo calar,
Já não posso fugir
E tão pouco negar
Que estou perdidamente agarrada às tuas palavras…são elas que me estão a sustentar.
Não me deixas falar como se eu nem existisse, como se monologasses numa noite tua, apenas tua…
Não te quero ouvir,
Não te consigo calar,
Já não posso fugir
E tão pouco negar
Que estou perdidamente agarrada às tuas palavras…são elas que me estão a sustentar.
À quanto tempo não tinha delírios poéticos! Estarei mesmo enamorada de uma ilusão? Se assim for que assim continue porque está tão bom.
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